quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A Fisiologia do Riso






Quando soltamos uma boa gargalhada, nem imaginamos o quanto estamos ajudando o nosso organismo. Conheça o poder alquímico que o riso, a gargalhada e o bom humor têm de afetar positivamente todo o corpo humano:

CORAÇÃO

O ritmo cardíaco acelera. Em alguns casos, os batimentos podem atingir 120 pulsações por minuto - em repouso, o coração tende a bater, em média, 70 vezes por minuto. Quando a pulsação aumenta, o sangue passa a circular pelo organismo mais rápida e intensamente, o que provoca um aumento significativo na oxigenação de todas as células, tecidos e órgãos. Mais vida pulsando!

PULMÕES

Durante uma gargalhada, a absorção de oxigênio pelos pulmões aumenta. A inalação de ar é mais intensa e profunda e a expiração necessariamente mais forte. Com maior ventilação pulmonar, o excesso de dióxido de carbono e vapores residuais é rapidamente eliminado, promovendo uma limpeza ou desintoxicação. A prática contínua irá produzir um aumento da capacidade e tonicidade pulmonar.

MÚSCULOS ABDOMINAIS

Os músculos mais trabalhados durante uma gargalhada são os abdominais. Os movimentos funcionam como uma espécie de massagem para o sistema gastrintestinal, melhorando a digestão e todo o trabalho de mobilização e excreção. Revigora também todo o trabalho hepático. É comum dizer: ri tanto que desopilei (desintoxiquei) o fígado.

VASOS SANGUÍNEOS

Com o maior bombeamento de sangue promovido pelo coração, os vasos sanguíneos dilatam-se, originando uma redução automática da pressão arterial. Acontece em paralelo uma limpeza dos vasos e um relaxamento muscular global.

SISTEMA IMUNOLÓGICO

Durante uma sessão de gargalhadas, os níveis dos hormônios do estresse baixam. Com menos cortisol e adrenalina a circularem no organismo, o sistema imunológico se fortalece. Produzidas nos gânglios linfáticos e na medula óssea, as células de defesa do organismo não só aumentam em quantidade como também se tornam mais ativas. Destaque para os linfócitos B, responsáveis pela produção de anticorpos, e para os linfócitos T, que são verdadeiros rastreadores de vírus e/ou bactérias. Além destes, são também importantes a imunoglobulina A, um anticorpo essencial no combate às infecções do foro respiratório, e as células NK (natural killers), que permitem destruir as células cancerígenas.


O QUE ESTAMOS ESPERANDO?


Léa Cristina Ximenes
Facilitadora/conselheira Metafísica
E-mail: ximenes.andrade@gmail.com
Skype: lea.seraphisbey
Fone: (13) 3477 9813

Texto extraído do livro
Quero viver num planeta que RI
Fonte:

Música:
Primavera, de Vivaldi
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