terça-feira, 17 de abril de 2012

Qual o sentido da vida?



Todos nós temos a necessidade de dar um sentido mais profundo à nossa vida.

Todos nós sentimos que é preciso saber por que existimos, para que existimos, se há uma vida depois da morte etc. Há pessoas que fogem dessas questões mais essenciais da vida! Não querem pensar ou têm medo de pensar.

Uma maneira de não pensar é refugiar-se freneticamente no trabalho ou nas diversões. Vagar de diversão em diversão, anestesiando-se nelas. É uma reação instintiva para fugir do vazio que essa atitude carrega consigo. 

Também existe um horror ao vazio que muitos sentem e tentam superá-lo não apenas com o trabalho, mas também com a diversão e todas as suas variantes: o jogo, a bebida, as drogas, as relações fúteis, as reuniões superficiais, as sofisticações sensuais, o tumulto da música, o tempo perdido inutilmente navegando na internet, a vontade quase irracional de sentir sempre novas experiências…

Saem de uma fuga – o trabalho – para entrar noutra – a diversão. Ou melhor: enchem o vazio com um vazio mais denso ainda.

A necessidade de diversão é como a dependência das drogas: a dose tem que ser cada vez mais forte, mais alucinante, até que se chega a uma compulsão desatinada: multiplicam-se as experiências eróticas, deixam-se dominar pela trepidação da música, e ficam “bêbados” de fantasias, de vaidades e de requintes sensuais…

Pensemos em nós mesmos:
- Será que eu estou nesse processo de fuga ao pensar no sentido da vida?
- Qual é o sentido da minha vida? Será que eu tenho uma resposta bem clara a essa pergunta?
- Será que tudo isso acaba com a morte? Então, qual é o sentido de tudo?
- Qual é o sentido de tantos esforços e tantas conquistas?

Não fujamos das questões mais importantes da nossa vida! Não tenhamos medo de fazer as perguntas mais importantes da nossa existência! Muitas pessoas têm medo porque essas perguntas comprometem. Não fujamos de saber a verdade da nossa vida, pois, como Cristo nos disse: “A verdade vos fará livres!”. A verdade é que liberta, e não a fuga dela.

Vale a pena ter um profundo sentido da nossa vida, e então ela se encherá de um conteúdo inacreditável! Vale a pena!

Pe. Paulo Monteiro Ramalho
em
http://www.fecomvirtudes.com.br/
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