segunda-feira, 29 de julho de 2013

Higiene da Alma


Se sabemos imprescindível a higiene interna da casa, porque não movermos o espanador das atividades benéficas desmanchando as teias das ideias tristes?

Assim como há imundície do corpo, há também imundície do espírito. O corpo, quando não é higienicamente cuidado, transforma-se em foco de sujidade e miasmas que chegam a empestar a atmosfera que o envolve.

Do mesmo modo, o espírito quando abandonado ao arrastamento dos vícios, das paixões prejudiciais, os ambientes malsãos tornam-se imundo.

Há higiene da alma como há higiene do corpo. Ambas devem ser cuidadas para saúde física e espiritual, estar bem consigo mesmo e no relacionamento com as demais pessoas.

Os espíritos contaminados de impurezas não têm paz, nem tranquilidade de consciência. Procuram-na pelas escusas vielas de planos inferiores onde perambulam. Sentem prazer em sugerir aos homens pensamentos de maldade, ciúme, e impedi-los de progredir no bem. Procuram sempre aqueles que lhes são simpáticos e que, eivados do mesmo mal, acatam suas ideias. Afastam-se dos que repelem suas ideias.

Este é um dos motivos pelos quais os bons espíritos nos alertam sobre a vigilância das ondas vibratórias em que estamos sintonizados, ou seja, as nossa companhias espirituais.

Na casa mental trocam-se impressões com outros espíritos e muitas vezes recebemos, criamos e alimentamos ideias de tristezas, revoltas, rancores que são verdadeiras imundícies da alma e que irrefletidamente as agasalhamos com grandes prejuízos.

A ideia, nos diz Emmanuel no livro do Grande Além, é um elemento vivo, de curta ou longa duração, que exteriorizamos mentalmente e que, imprimindo criação nossa, torna-se acontecimentos e realizações, atitudes que nos ajudam ou desajudam conforme a natureza que lhe imprimimos.

Se somos atenciosos para com a higiene exterior, usando desinfetantes e instrumentos de limpeza, assegurando a saúde e a tranquilidade, movimentemos também o trabalho, a bondade, o estudo contra a dominação do pensamento infeliz, tão logo ele se esboce levemente na tela de nossos desejos imanifestos.

Concluímos que a lei de afinidade é uma força que não sendo moral nem imoral, ela age atraindo, combinando, ligando-se entre si os elementos da mesma espécie. E o meio prático de nos imunizarmos dessa imundícies é alimentar-nos de ideias renovadoras no bem.

Não basta não aninharmos o mal em nosso interior, é preciso cultivar o bem com o coração e a mente ocupados dignamente, pois é pela hora vazia que as sugestões infelizes chegam até nós.


José Luis Luciano

Bibliografia
 ¦Xavier, F.C. / Emmanuel – Vozes do Grande Além
 ¦Vinícius – Nas pegadas do Mestre
 ¦Xavier, F. C. / Joaquim Murtinho – Falando à Terra
 ¦Xavier, F. C. / Hilda – Vozes do Grande Além


fonte:
http://www.espiritbook.com.br/
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