sábado, 5 de outubro de 2013

Sem obsessões


Obsessões são sombras das quais podemos nos
esquivar para viver melhor...
Veja três apontamentos de André Luiz
sobre o tema, pratique e seja feliz!
EVITANDO OBSESSÕES

Não deixe de sonhar, mas enfrente as suas realidades no cotidiano.

Reduza suas queixas ao mínimo, quando não possa dominá-las de todo.

Fale tranquilizando a quem ouve.

Deixe que os outros vivam a existência deles, tanto quanto você deseja viver a existência que Deus lhe deu.

Não descreia do poder do trabalho. 

Nunca admita que o bem possa ser praticado sem dificuldade.

Cultive a perseverança, na direção do melhor, jamais a teimosia em pontos de vista.

Aceite suas desilusões com realismo, extraindo delas o valor da experiência, sem perder tempo com lamentações improdutivas.

Convença-se de que você somente solucionará os seus problemas se não fugir deles. 

Recorde que decepções, embaraços, desenganos e provações são marcos no caminho de todos e que, por isso mesmo, para evitar o próprio enfaixamento na obsessão o que importa não é o sofrimento que nos visite e sim a nossa reação pessoal diante dele.


DECÁLOGO DA DESOBSESSÃO

Não permita que ressentimento ou azedume lhe penetrem o coração. 

Abençoe quantos lhe censuram a estrada sem criticar a ninguém. 

Jamais obrigue essa ou aquela pessoa a lhe partilhar os pontos de vista. 

Habitue-se a esperar pela realização dos seus ideais, trabalhando e construindo para o bem de todos. 

Abstenha-se de sobrecarregar os seus problemas com o peso inútil da ansiedade. 

Cesse todas as queixas ou procure reduzi-las ao mínimo. 

Louve, - mas louve com sinceridade, - o merecimento dos outros. 

Conserve o otimismo e o desprendimento da posse. 

Nunca se sinta incapaz de estudar e de aprender, sejam quais forem as circunstâncias. 

Esqueçamo-nos para servir.


PESSOA MENOS SUJEITA A OBSESSÃO

A pessoa menos obsedável:

Não espera milagres de felicidade, inacessíveis aos outros, mas se regozija pelo fato de viver com a possibilidade de trabalhar.

Ama sem exigências, aceitando as criaturas queridas como são, sem pedir-lhes certificados de grandeza.

Suporta dificuldades e provações, percebendo-lhes o valor.

Não adota cinismo e nem preconceito em seus padrões de vivência, conservando o equilíbrio nas atitudes e decisões, dentro do qual sabe ser útil, com tranquilidade de consciência.

Estuda para discernir e não age impulsivamente, subordinando emoções ao critério do raciocínio.

É firme sem fanatismo e flexível sem covardia.

Acolhe as críticas, buscando aproveitá-las.

Não interfere nos negócios alheios, centralizando o próprio interesse no exercício das obrigações que a vida lhe assinalou.

Aprende a entesourar valiosas experiências, à custa dos próprios erros.

Não cultiva hipersensibilidade neurótica e, em consequência, se desliga com a maior facilidade de quaisquer influências perturbadoras, entrando, de maneira espontânea, no grande entendimento dos seres e das cousas, dentro do qual se faz tolerante e compassiva, afetuosa e desinteressada de recompensas para melhor compreender a vida e desfrutar-lhe os infinitos bens.

André Luiz,
do livro "Paz e Renovação",
Francisco Cândido Xavier

Fonte:

Gráficos e Formatação - Lori







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