terça-feira, 23 de dezembro de 2014

No Natal



É inútil que se apresente Jesus como filósofo do mundo.

O Mestre não era um simples reformador.

Nem a sua vida constituiu um fato que só alcançaria significação depois de seus feitos inesquecíveis, culminantes na cruz.

Jesus Cristo era o esperado.

Pela sua vinda, numerosas gerações choraram e sofreram.

A chegada do Mestre foi a Benção.

Os que desejavam caminhar para Deus alcançavam a Porta.

O Velho Testamento está cheio de esperanças no Messias.

O Evangelho de Lucas refere-se a um homem chamado Simeão, que vivia esperando a consolação de Israel. Homem justo e inspirado pelas forças do Céu, vendo a Divina Criança, no Templo, tomou-a nos braços, louvou ao Altíssimo e exclamou: "Agora, Senhor, despede em paz o teu servo, segundo a tua palavra.”

Havia surgido a consolação.

Ninguém estaria deserdado.

Deus repartira seu coração com os filhos da Terra.

E por isso que o Natal é a festa de lágrimas da Alegria.

-EMMANUEL-
do livro: "Fonte de Paz"
Francisco Cândido Xavier
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