Pilatos, o governador de Jerusalém na época em que Jesus foi crucificado, ficou famoso na história da humanidade pela falta de coragem de tomar uma decisão justa com relação ao condenado à morte, que ele sabia ser inocente.
E a expressão "lavar as mãos" é relativa à covardia de Pôncio Pilatos, que deixou que o povo decidisse sobre a vida de Jesus, quando poderia ter se posicionado com firmeza e libertado o mestre de Nazaré.