Este é um caso que emociona, porque é o relato de um acontecimento real.
Todas as tardes, já idoso e doente, com dificuldade para andar, apoiado em sua bengala, lá ia meu saudoso tio Carlos para o quintal, regar seu pé de acerola.
Ia também ao encontro de seu mais novo e seleto amigo. Um beija-flor que com ele compartilhava as mesmas sombras e o néctar daquela mesma planta.