(...) quando alguém conhece a felicidade interior do coração,
todas as coisas contribuem para a caminhada.
Poderíamos aproveitar o pensamento de um Viajante sábio e dizer:
"A partir de agora eu não peço mais por boa sorte.
Eu próprio sou a boa sorte!"
John Garrigues
Por que será que o “estreito e antigo caminho, que aponta para longas distâncias” parece ser, tantas vezes, um caminho de sofrimento? Será que enquanto caminhamos não podemos ter com mais intensidade aquele contentamento sentido pelo viajante aventureiro que avança pelo seu caminho, libertado de toda posse ou propriedade?