Somos invisíveis? É bem possível que uma grande maioria de nós já tenha se questionado dessa forma, em algum momento. Acontece quando se entra em uma loja e o atendente nos ignora. Ou quando frente a um balcão de alguma companhia aérea, tentando saber se o voo está no horário. Ou, ainda, em algumas repartições públicas, à cata de informações.
Sem dúvida, fora feliz nos negócios. Enriquecera. Seu nome nos bancos indicava créditos de milhões. Que aceitava o Espiritismo, aceitava. Nenhuma Doutrina mais consoladora. Mas daí a espalhar o que havia juntado, isso é que não.