"Saiu de nossas bocas, não mais nos pertencem. As palavras têm vida própria e são, por enquanto, a única forma de nos traduzir e aos outros também.
Somos um emaranhado de pensamentos, sentimentos e desejos.
Desde cedo, formados para agradar a quem nos rodeia, sermos educados, subservientes, e, no fundo, dizer o que achamos que o outro quer ouvir, expressar o que julgamos que o outro desejaria que sentíssemos, e, por fim, fazermos algo que o outro quer que façamos.