“Não consiste a virtude em assumirdes severo e lúgubre aspecto, em repelirdes os prazeres que as vossas condições humanas vos permitem.”
(Um Espírito Protetor – Bordéus, 1863. O Evangelho Segundo Espiritismo - Capítulo XVII- item 10)
“Em razão do complexo de inferioridade que assola expressiva parcela das almas na Terra e, cientes de que semelhante vivência psicológica deve-se ao nosso ‘voluntário afastamento de Deus’ ao longo das etapas evolutivas fazendo-nos sentir inseguros e impotentes, hoje, criamos as ‘capas mentais’ para nos sentirmos minimamente bem e levarmos avante o desejo de existir e viver. Essas capas são as estruturas do “eu ideal”, que nos leva a crer sermos mais do que realmente somos, uma defesa contra as mazelas que não queremos aceitar em nós mesmos.