Confúcio, o sábio chinês
Traduzimos a seguir os parágrafos finais do capítulo 20 de “Tchoung-Young”, no volume “Doctrine de Confucius Ou Les Quatre Livres de Philosophie Morale et Politique de la Chine”, traduzido do chinês por G. Pauthier, Librairie Garnier Frères, Paris, 1922, 485 pp., ver páginas 54-55. [1]
A filosofia chinesa não trabalha com o conceito de um “Deus”, no singular. No texto a seguir, o termo “céu” se refere à natureza divina e imortal, presente tanto no universo como na alma de cada indivíduo. A presente tradução foi publicada pela primeira vez no boletim eletrônico “O Teosofista”, edição de Outubro de 2011.
(Carlos Cardoso Aveline)
O que é perfeito, verdadeiro e livre de toda impureza, é a lei do céu. O aperfeiçoamento é a lei do homem. Consiste em empregar todos os esforços para descobrir a lei celeste, o verdadeiro princípio do mandato do céu.