Vejo-lhes, muita vez, os grupos rumorosos... Rogam socorro a Deus, em suplício profundo. Querem renascimento, a fim de se esquecerem Da culpa que os mantém presos ao chão do mundo. Espíritos no Além que passaram na Terra, Estendendo a ambição e o domínio sem peias, Recolhem, de retorno, as obras que fizeram, Plantando espinheiras nas estradas alheias.