Alma querida! Batida pelo vendaval, sacudida pelas incertezas sob chuva de calhaus, sobre espículos cruéis. É noite, e as sombras desenham fantasmas. Tu tremes, choras... Dói-te o peito represado de angústias, e cambaleiam as tuas pernas fragilizadas. Tuas mãos, sempre ágeis, descem e se negam a transformar-se em asas para voar.