Existem duas forças atuando entre os espíritos: uma que reúne os grupos por sintonia de aptidões, e outra mais forte que são os laços entre duas almas, por coerência de sentimentos uma com a outra.
É norma comum, em todos os planos onde permanecem espíritos puros, conhecer os fundamentos da simpatia na sua profundidade, e exercitá-la em direção a todas as criaturas. É de bom alvitre observar a vida do Cristo, que despejava amor e simpatia divina sobre todas as coisas e todas as criaturas, a maneira com que as pessoas ficavam fascinadas com a sua presença superior. Os seus próprios inimigos ficavam tomados de interesse por Ele, mas esse interesse tornava-se em ódio, por não se igualarem ao Mestre. Era o orgulho ferido e o egoísmo em evidência.