NAS HORAS DE POUCA FÉ ...
Asserena-te, alma da Terra, pois que a alegria, a cura, o amor ou o trabalho, a estabilidade, a paz e o equilíbrio, sempre solicitados por tua alma, te esperam e chegam sempre devagar às tuas possibilidades atuais.
Não subestimes nunca, porém, o valor das aparentes horas vazias que tens atravessado, pois foram as que te propiciaram, além do resgate intrínseco à situação, oportunidades de, em espírito, refletires sobre as reais atribuições de cada hora e de cada circunstância da vida.
Por motivos de ordem muito mais abrangente do que o vosso egocentrismo possa entender, chega na hora certa, apenas, o momento de serem reencetadas as paralisadas situações de tua vida, servindo sempre como treinamento para as futuras leiras de solidariedade, tudo aquilo que tu interpretas como paralisação, falta de sorte, de proteção ou de capacidade.