Quando a médica chegou ao quarto do seu paciente de oito anos, que era portador de um câncer terminal, viu um outro menino, sentado à janela.
Como os pais falassem somente a respeito do doente, ela deduziu que aquele garotinho devia ser um vizinho, um coleguinha do enfermo, em visita.
Depois de algum tempo, descobriu que ele era o irmão menor. Tinha sete anos e parecia estar alheio a tudo.
Para alguém preparada para lidar com a morte, pois sua especialidade era tratar de doentes terminais, a Dra. Elisabeth diagnosticou que o maior enfermo era aquele.



