Mesmo que a alma humana queira, ela não poderá deixar de evoluir, porque a ela pertencem as Divinas Leis, as quais espontaneamente a farão compreender que precisa se superar. Muitos caminhos se abrem perante a percepção de quem tem condições de compreender que impulsos e trajetos se fazem para si de acordo com suas habilidades de se proteger do que pode danificar sua existência, mas também segundo as possibilidades de ultrapassar os limites que não devem permanecer, alienando-a da liberdade para evoluir.