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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Lendas Gregas - Forcíades, Gréias e Górgonas



Fórcis desposou sua irmã Ceto e gerou muitos monstros: as Gréias, as Górgonas, Equidna e a serpente Ládon.

As Gréias (Penfredo, Ênio e Dino) são descritas como cinzentas e em forma de cisne, tendo um olho e um dente para repartir entre elas. Vivem no longínquo leste, onde protegem suas irmãs, as Górgonas. Duas destas são imortais, Esteno e Euríale, mas a terceira, Medusa, não era. Após deitar-se com Poseidon ela não gerou filhos da maneira usual. Depois de sua decapitação por Perseu, seus filhos, Pégaso e Crisaor, saíram de seu pescoço. Crisaor casou-se com outra Oceanide, Calírroe, que lhe deu Gerião de três cabeças. Equidna era metade linda mulher, metade serpente. Desposou Tifon, filho de Gaia e Tártaro. Esse tinha cem cabeças de cobra, barulhentas e lançadoras de chamas, nos ombros. Seus filhos eram: Ortos, cão de guarda de Gerião; Cérbero; hidra; a Quimera e a águia (ou abutre) de Prometeu.

domingo, 16 de junho de 2013

Lendas Gregas - Medusa


Medusa é uma das três Górgonas, divindades da mitologia grega, filhas das divindades marinhas Fórcis e Ceto e irmãs das velhas Gréias. Ao contrário de suas irmãs Górgonas, Esteno e Euríale, Medusa era mortal.

Medusa era portadora de extrema beleza juntamente com suas duas irmãs. Quando estava sentada num campo cercada de flores de Primavera, o deus do Oceano, Poseidon, une-se a ela e gera os seus dois únicos filhos, mas estes só nascem no momento da morte de Medusa. A vida das três irmãs, vidas debochadas e dissolutas, aborrecia os demais deuses, principalmente a deusa Afrodite. Para castigá-las, Afrodite as transformou em monstros com serpentes em vez dos seus belos cabelos, presas pontiagudas, mãos de bronze, asas de ouro, e seu olhar petrificava quem olhasse diretamente em seus olhos. Temidas pelos homens e pelos deuses, as três habitavam o extremo Ocidente, junto ao país das Hespérides e vizinhas de Nix (a deusa da Noite).

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Lendas Gregas - Fundação de Atenas


Cécrope (em grego, Κέκρωψ, Kékrōps) foi um rei mítico de Atenas. O nome não é de origem grega, de acordo com Estridão, e pode significar "face com rabo": diz-se que, nascido da própria terra, teve a sua metade superior em forma de homem e metade inferior em serpente ou peixes em forma de cauda. Ele foi o fundador e o primeiro rei de Atenas, embora precedido por Acteu, rei da Ática. Cécrope foi um herói cultural, ensinando aos atenienses o casamento, a leitura, a escrita, e o cerimonial do sepultamento.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Lendas Greco-Romanas - Centauro



Na mitologia grega, os centauros (em grego Κένταυρος Kentauros, «matador de touros», «sem fortes», plural Κένταυρι Kentauri; em latim Centaurus/Centauri) são uma raça de seres com o torso e cabeça de humano e o corpo de cavalo.

Viviam nas montanhas de Tessália e repartiam-se em duas famílias. Uma, os filhos de Ixiom e Nefele, a nuvem de chuva, que simbolizavam a força bruta, insensata e cega. Alternativamente, consideravam-se filhos de Kentauros (o filho de Ixiom e Nefele) e algumas éguas magnésias, ou de Apolo e Hebe.

Conta-se que Ixiom planejava manter relaçôes sexuais com Hera, mas Zeus, o seu marido, evitou-o moldeando uma nuvem com a forma de Hera. Posto que Ixiom é normalmente considerado o ancestral dos centauros, pode se fazer referência a eles poeticamente como Ixiónidas. Outra, os filhos de Filira e Cronos, dentre os quais o mais célebre era Quirão, amigo de Héracles, representavam, ao contrário, a força aliada à bondade a serviço dos bons combates.

Os centauros são muito conhecidos pela luta que mantiveram com os lapitas, provocada pelo seu intento de raptar Hipodamia no dia da sua boda com Piritoo, rei dos lapitas e também filho de Ixiom. A discussão entre estes primos é uma metáfora do conflito entre os baixos instintos e o comportamento civilizado na humanidade. Teseu, um herói e fundador de cidades que estava presente, inclinou a balança do lado da ordem correta das coisas, e ajudou Piritoo. Os centauros fugiram. (Plutarco, Teseo, 30; Ovidio, As metamorfoses xii. 210; Diodoro Siculo iv. 69, 70.) Cenas da batalha entre os lapitas e os centauros foram esculpidas em baixo relevos no friso do Partenão, que estava dedicado à deusa da sabedoria Atena.
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