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domingo, 30 de junho de 2013

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Lendas Gregas - Equidna e Tifon


Equidna, da mitologia grega, criatura metade mulher, metade serpente. Nos contos mais conhecidos, casou-se com o deus Tífon, tornando-se "mãe de todos os monstros". 

Foram seus filhos: o cão de três cabeças, Cérbero; o lobo (ou cachorro) de duas cabeças; Ortros, a Esfinge; o dragão de cem cabeças, Ládon; o dragão de Cólquida (que guardava o velocino de ouro); a Hidra de Lerna; Ethon (a águia que comia o fígado de Prometeu) e a Quimera.

Mãe de todos os monstros, menos de Scylla e Medusa, que não tem conexão nenhuma com ela e por isso são monstros a parte.

Alguns mitos a descrevem como filha de Gaia e ponto ou em outra lenda como filha de Crisaor e Calírroe. Foi a única que por sua própria monstruosidade conseguiu unir-se ao horrendo Tifão. 

Possuía uma natureza malfeitora assim como suas crias e adorava devorar viajantes inocentes, devia ser morta por Argos Panoptes, de cem olhos que a surpreendeu adormecida.


Tifon (Tifão)

Zeus lançando seu raio em Tifão. Cerca de 550 a.C., Coleções Estatais de Antiguidades (Inv. 596) Tifon, deus grego da seca (filho de Tártaro e de Gaia), simbolizava o elemento Ar em sua forma mais furiosa, os furacões. Foi criado em Delfos e era inimigo hereditário dos deuses, principalmente de Zeus, a quem tinha um ódio cruel. (Há versões que contam que Hera, esposa de Zeus, foi ludibriada por Gaia, visto Gaia saber que a deusa queria destronar o marido. Hera teria recebido uma semente de Gaia e, tendo-a plantado, Tifon teria nascido da terra.) Tífon foi o último filho de Gaia, tão horrendo que foi rejeitado por todos, até seus irmãos, os Titãs.

Descrição:

Tifon era maior que todas as montanhas e o corpo, cercado de plumas, era rodeado de serpentes. (Há versões que dizem que seus dedos eram cabeças de dragão com línguas pretas, que soltavam centelhas de fogo pelos olhos e gritos de animal selvagem.) Hesíodo o descreveu: braços poderosos, pés infatigáveis, cem cabeças de serpente com línguas negras e olhos que expeliam fogo, e de todas as cabeças saíam simultaneamente sons terríveis (Hesíodo, Teogonia, 823-835). 

Outra referência: 

Tifon era tão alto que sua cabeça batia nas estrelas, os braços enormes bloqueavam os raios do sol, e carvões em brasa saíam de sua boca. Havia um dragão de cem cabeças com línguas escuras em seus ombros, e de seus olhos dardejavam labaredas. Sons estranhos provinham dessas cabeças. Algumas vezes os deuses podiam entendê-los facilmente, mas em outras pareciam berros de touros enfurecidos. Às vezes rosnavam como leões, no momento seguinte como cachorrinhos.

Paternidade

Uniu-se a Equidna (única capaz de suportar sua aparência horrenda) e foi pai de todos os monstros: do cão de três cabeças Cérbero, do lobo (ou cachorro) de duas cabeças Ortro, da esfinge, do dragão de cem cabeças Ládon, do dragão da Cólquida (que guardava o velocino de ouro), da hidra, de Ethon (a águia que comia o fígado de Prometeu) e da Quimera.

Revolta com o Olimpo

Descontente com a derrota dos gigantes, Gaia pediu a Tifon que se insurgisse contra Zeus. Outras versões contam que o próprio Tífon irou-se quando heróis gregos a serviço dos deuses começaram a matar seus filhos:

A Esfinge de Thebes, morta por Édipo (O mesmo relato afirma que foi Tífon quem enviou um servo humano para revelar o parentesco de Édipo, tornando-o insano);

O Leão de Neméia, que, distraído por Zeus, foi morto por Herácles. Tífon começou a preparar sua vingança neste período;

A hidra, morta também por Herácles. Com esta, Tífon declarou abertamente guerra contra os deuses;

A Quimera, sua caçula, morta por Belerofonte, montado no Pégaso.

Tífon começou a destruir cidades e arremessar montanhas em fúria; Hades, com a ajuda de Quíron e dos heróis remanescentes tentaram deter o monstro, que se aproximava do Olimpo. Cérbero recusou enfrentar seu próprio pai, até que Hades foi imobilizado pelas muitas serpentes de Tífon. Quando os deuses viram Tifon avançando em direção ao Olimpo, fugiram aterrorizados para o Egito, onde tentaram se esconder no deserto transformando-se em animais. Zeus tornou-se um carneiro, Apolo um corvo, Dionísio uma cabra, Hera se transformou em uma vaca, enquanto Afrodite tornou-se um peixe e Ares um porco. De todos os deuses, somente Atena teve coragem de permanecer com sua própria forma.

Tifon e Afrodite

Tifon, quando estava liberto, também perseguia Afrodite e Eros, filho de Ares e Afrodite e uma das forças primordiais do mundo, pois assegurava o prolongamento da espécie e a coesão interna do Cosmos. Um amor impossível unia Afrodite e Eros, mãe e filho. Um dia, Tifon encontrou Eros e Afrodite em pleno amor e começou a persegui-los. Numa fuga desesperada, pediram auxílio a todos os homens e deuses, não sendo atendidos por ninguém, pois todos temiam a fúria de Tifon.

Somente a Ninfa Amaltéia, cabra que alimentou Zeus, ajudou-os indicando o caminho do mar, onde Tifon não poderia mais persegui-los. Entrando no reino de Poseidon, finalmente livraram-se de Tifon, impossibilitado de entrar no mar por ser o deus da seca. Poseidon, para garantir a fuga, enviou dois delfins (golfinhos) amarrados com um laço de ouro. Eros e Afrodite montaram nos delfins, que os levaram para as profundezas do oceano, onde viveriam seu sonho de amor eterno e nunca mais seriam perseguidos pelos deuses nem pelos homens.

Afrodite retornou para o seu lugar de origem, onde se protegia dos monstros que a perseguiam, mas teve de abandonar a terra firme e o contato com o mundo concreto e a realidade da matéria, tornando-se prisioneira do amor num mundo distante e irreal que era o fundo do mar. Afrodite, por essa razão, sempre foi a protetora dos marinheiros e das navegações.

Tífon versus Zeus

Repreendido por Atena por sua covardia, Zeus, por fim, resolveu combater o monstro. Enviando um raio contra Tifon, avançou contra a criatura horrível no Olimpo girando a foice que tinha sido utilizada por seu pai, Cronos, para castrar seu avô, Urano. Os dois se defrontaram. Tifon desarmou Zeus facilmente e usou sua arma para arrancar os nervos essenciais da consciência e os tendões dos pés e dos braços do deus. Então o arrastou impotente e veio trancá-lo na caverna de Corician, na Sicília, onde o Zeus imortal permaneceu incapaz de mover-se, guardado pela ira de Tifon, que envolveu os músculos de Zeus em uma pele de urso e os confiou a Delfina, um monstro com língua de serpente, algumas vezes dita ser o próprio monstro um dragão. (Há referências que dizem que Tifon perseguiu Zeus por muitos anos e, mesmo ferido por Zeus, fez o acima citado.)

Depois Hermes e Pan, para evitar o desastre, recorreram a um estratagema. Entraram secretamente na caverna onde Zeus permanecia cativo e conseguiram vencer Delfina, fazendo-a adormecer com uma flauta. (Outras versões dizem que Pan a teria assustado fazendo um barulho enorme, visto a palavra pânico derivar justamente dessa habilidade de Pan.) Hermes, o médico e deus dos ladrões, descobriu que os tendões tinham sido escondidos e os costurou nos membros de Zeus. Mas o combate continuou.

Zeus retornou imediatamente ao Olimpo. Montado numa biga puxada por cavalos alados, travou luta mais uma vez com Tifon. Este arremessou montanhas inteiras contra Zeus, mas o deus usou seus raios para fazer as montanhas voltarem contra seu arremessador. Tifon fugiu e Zeus o perseguiu.

Com ajuda de Poseidon e Hades, Zeus enfrentou Tífon com seus raios e trovões, e a luta violenta fez tremer o céu, a terra e o mar, e abalou o próprio mundo subterrâneo. Venceu-o com dificuldade e atirou-o também ao Tártaro. (Versões dizem que Zeus soterrou Tifon sob o Monte Etna, Hefesto (Vulcano) colocou-lhe sobre suas cabeças pesadas bigornas, impedindo-o de libertar-se. Esta foi a única vez que Júpiter (Zeus) chegou perto da derrota, e este seria o motivo da atividade vulcânica do local.) Depois desta, Gaia finalmente sossegou...

De acordo com Hesíodo, Zeus atirou Tifon no Tártaro. Lá, diz Hesíodo, Tifon permanece tão perverso como sempre. Em Tártaro, Tifon toma a forma de ventos furiosos que fustigam as tempestades do mar, dispersando os navios, matando marinheiros, trazendo morte e destruição às terras costeiras.

fonte:

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domingo, 16 de junho de 2013

Lendas Gregas - Dédalo e Ícaro


Na mitologia grega, Ícaro (em grego, Íkaros — em latim, Íkaros e em etrusco, Vicare) era o filho de Dédalo e é comumente conhecido pela sua tentativa de deixar Creta voando – tentativa frustrada em uma queda que culminou na sua morte.

A tentativa de deixar Creta:

O pai de Ícaro, Dédalo, um talentoso e notável artesão ateniense, tentou deixar o seu exílio na ilha de Creta, onde ele e o seu filho estavam presos nas mãos de Minos, o rei para o qual ele havia construído o Labirinto para confinar o minotauro (metade homem, metade touro). Dédalo, o artesão-chefe, estava exilado porque deu à filha de Minos, Ariadne, um novelo de linha de modo a ajudar Teseu, um inimigo de Minos, a sobreviver ao Labirinto e derrotar o minotauro.

domingo, 9 de junho de 2013

Lendas Gregas - Atlas




Atlas (em grego, Άτλας) - também chamado Atlante - foi um dos titãs gregos, condenado por Zeus a suster o céu para sempre. Atlas foi o primeiro rei da mítica Atlântida. Era casado com Pleione e com quem teve sete filhas, as chamadas de Plêiades.

Origens

Atlas era filho do titã Jápeto e da oceânide Clímene, irmão de Prometeu, Epimeteu e Menécio. Pertencia à geração divina dos seres desproporcionados, violentos, monstruosos - encarnação das forças selvagens da natureza nascente, dos cataclismos iniciais, com que a terra se arrumava para poder receber, num regaço mais acalmado, a vida e a sua cúpula consciente: os humanos.

Atlas, com outros titãs, forças do caos e da desordem, pretenderam alcançar o poder supremo, pelo que atacaram o Olimpo e combateram ferozmente Zeus e aliados: as energias do espírito, da ordem, do Cosmos. (Ou, noutra versão, aliou-se aos demais titãs para resistir à revolta liderada por Zeus).

Zeus, triunfante, castigou seus inimigos - escravos da matéria e dos sentidos, inimigos da espiritualização harmonizadora - lançando-os no Tártaro, a região mais profunda do Hades, para que de lá nunca fugissem. Reservou para Atlas, porém, uma pena especial: pô-lo a sustentar, nos ombros e para sempre, o céu.

Atlas, assim punido, passou a morar no país das Hespérides (as três ninfas do Poente: Eagle, Eritia, Hesperatetusa).

O CASTIGO ETERNO:

Geralmente, Atlas é retratado sustentando um globo sobre os ombros. Esse fardo foi temporariamente aliviado por Héracles (Hércules) durante um de seus 12 trabalhos, mas Atlas foi enganado e voltou a carregar os céus sobre os ombros.

Consistiu este episódio no seguinte: tinha Hércules de apanhar algumas maçãs de ouro que nasciam no jardim das Hespérides (11º trabalho). Alertado por outro titã (Prometeu) de que apenas Atlas poderia fazê-lo impunemente, propôs a este que o fizesse, enquanto sustentava a abóboda celeste. Aliviado do grande peso, Atlas retorna, dizendo que ele mesmo faria a entrega das maçãs a Euristeu.

Percebendo o engodo, Hércules finge aquiescer e, pretextando colocar antes um anteparo sobre seus ombros, pede ao titã que sustente os céus por um momento - ao fazer isto, o heroi parte, levando as maçãs, deixando a Atlas o seu eterno suplício.

Segundo uma das versões existentes, Atlas foi posteriormente libertado de seu fardo e tornou-se guardião dos Pilares de Hércules, sobre os quais os céus foram colocados, e que também eram a passagem para o lar oceânico de Atlântida (o Estreito de Gibraltar). Seu nome passou a significar "portador" ou "sofredor". Outra versão conta que Perseu o petrificou mostrando-lhe a cabeça que havia arrancado da Medusa, transformando o titã Atlas no que hoje é o Monte Atlas.

fonte:







segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Lendas Greco-Romanas - Centauro



Na mitologia grega, os centauros (em grego Κένταυρος Kentauros, «matador de touros», «sem fortes», plural Κένταυρι Kentauri; em latim Centaurus/Centauri) são uma raça de seres com o torso e cabeça de humano e o corpo de cavalo.

Viviam nas montanhas de Tessália e repartiam-se em duas famílias. Uma, os filhos de Ixiom e Nefele, a nuvem de chuva, que simbolizavam a força bruta, insensata e cega. Alternativamente, consideravam-se filhos de Kentauros (o filho de Ixiom e Nefele) e algumas éguas magnésias, ou de Apolo e Hebe.

Conta-se que Ixiom planejava manter relaçôes sexuais com Hera, mas Zeus, o seu marido, evitou-o moldeando uma nuvem com a forma de Hera. Posto que Ixiom é normalmente considerado o ancestral dos centauros, pode se fazer referência a eles poeticamente como Ixiónidas. Outra, os filhos de Filira e Cronos, dentre os quais o mais célebre era Quirão, amigo de Héracles, representavam, ao contrário, a força aliada à bondade a serviço dos bons combates.

Os centauros são muito conhecidos pela luta que mantiveram com os lapitas, provocada pelo seu intento de raptar Hipodamia no dia da sua boda com Piritoo, rei dos lapitas e também filho de Ixiom. A discussão entre estes primos é uma metáfora do conflito entre os baixos instintos e o comportamento civilizado na humanidade. Teseu, um herói e fundador de cidades que estava presente, inclinou a balança do lado da ordem correta das coisas, e ajudou Piritoo. Os centauros fugiram. (Plutarco, Teseo, 30; Ovidio, As metamorfoses xii. 210; Diodoro Siculo iv. 69, 70.) Cenas da batalha entre os lapitas e os centauros foram esculpidas em baixo relevos no friso do Partenão, que estava dedicado à deusa da sabedoria Atena.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Lendas Greco-Romanas - Rapto de Europa




Europa era uma princesa, filha de Aginor e Telefasa. Os deuses do Olimpo conheciam a beleza de Europa e tentavam raptá-la sem êxito. Foi então que Zeus, o deus supremo dos antigos gregos, se apaixonou por ela, ao vê-la jogando com as suas amigas na praia de Sidon, ficando maravilhado pela sua beleza. Tanto era o seu amor por ela que, para se aproximar de Europa, sabia que esta o podia recusar, se se apresentasse naturalmente. Como tal, pediu ajuda ao seu filho Hermes para a preparação do encontro. Zeus tinha decidido transformar-se num belo touro, para raptar a jovem Europa. Hermes estava encarregado de conduzir o rebanho de bois do rei, desde os altos prados até à praia, perto do sítio onde Zeus sabia que Europa e outras donzelas de Tiro acudiam para passar uma tarde de diversão.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Lendas Gregas - Deucalião e Pirra



O primeiro Deucalião foi um filho de Prometeu e Climene. Era casado com Pirra. Quando a fúria de Zeus foi lançada contra o holismo dos pelásgios, Zeus decidiu pôr um fim à idade do bronze com o dilúvio, mas antes, avisou o casal para que eles construíssem um barco para se salvarem do dilúvio.

História

Zeus observava espantado a humanidade, havia muitas guerras, o ódio estava instaurado. Então resolveu exterminar a espécie humana, certo de que fora o maior erro que os deuses cometeram. Os humanos não teriam direito à vida. Foi convocado o conselho dos deuses. Todos obedeceram à convocação e tomaram o caminho do palácio do céu. Esse caminho pode ser visto todas as noites claras, atravessando o céu: é chamado de Via Láctea. Ao longo dele ficam os palácios dos deuses ilustres. 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Grandes Mistérios - Os Ciclos Raciais


COSMOGÊNESE

Por Jorge Adoum (Mago JEFA)

Tivemos quatro grandes períodos na civilização humana:

O Período Lemuriano (raça amarela), o período Atlante (raça vermelha), o Período Etíope (raça negra) e o Período Branco (Raça branca) que é o atual. Transmitiremos os ensinamentos de Fabre D’Olivet em seu livro “História da Filosófica do Gênero Humano”:

Quando os vermelhos chegaram ao seu apogeu, os negros começaram a estender sua influência sobre outros territórios orientais. Depois, os atlantes desapareceram e foram sucedidos pelos etíopes. Quando chegou a vez dos brancos, estes encontraram os negros nos bosques da Europa Meridional. Muitos brancos tinham sido aprisionados, antes, pelos negros, os quais sofriam maus tratos e eram mantidos como escravos para fundir metais e construir suas ciclópicas fortalezas.

A seguir, os brancos libertaram-se e, com essa libertação, veio a época das grandes batalhas entre brancos e negros; e a lei de causa e efeito fez que os negros fossem escravos dos brancos. Foi quando RAM e seus guerreiros brancos invadiram a Ásia e a Índia, rechaçando o exército dos etíopes até Lamk, depois denominado Ceilão, o que fez com que os negros perdessem seus domínios e seu cetro, a fim de que os brancos dominassem a Terra durante muitos séculos.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Mitologias Greco-Romanas - Parte II





OS DEUSES DO OLIMPO

ZEUS (JUPITER) - na mitologia grega, é o rei dos deuses, soberano do Monte Olimpo e deus do céu e do trovão. Seus símbolos são o relâmpago, a águia, o touro e o carvalho, filho de Crono e Reia, o mais novo de seus irmãos. Na maioria das tradições ele era casado com Hera - embora, no oráculo de Dodona, sua consorte seja Dione, com quem, de acordo com a Ilíada, teve uma filha, Afrodite. É conhecido por suas aventuras eróticas, que resultaram em muitos descendentes, entre deuses e heróis, como Atenas, Apolo e Artêmis, Hermes, Perséfone (com Deméter), Dioniso, Perseu, Héracles, Helena, Minos e as Musas (com Mnemósine). Com Hera teria tido Ares, Hebe e Hefesto.

Seu equivalente na mitologia romana era Júpiter, e na mitologia etrusca era Tinia. Já se especulou sobre uma possível ligação com Indra, divindade da mitologia hindu que também tem um raio como arma.

Zeus sempre foi considerado um deus do tempo, com raios, trovões, chuvas e tempestades atribuídas a ele. Mais tarde, ele foi associado à justiça e à lei. Havia muitas estátuas erguidas em honra de Zeus, a mais magnífica era a sua estátua em Olímpia, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Originalmente, os Jogos Olímpicos eram realizados em sua honra.
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