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domingo, 18 de janeiro de 2015

SAMASATI - Recorda-te



A última palavra de Gautama, o Buda, foi: "Samasati - Recorda-te".

Numa única palavra, tudo que é significativo está contido.

Sammasati: Recorda qual é o teu espaço interior.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Somos o que pensamos


Em uma frase bem conhecida, Buda disse: “o ódio jamais pode cessar com ódio. O ódio só pode cessar com amor. Esta é uma lei eterna”.

sábado, 3 de março de 2012

Penso, logo existo (O poder do pensamento)


"Eu duvido, logo penso, logo existo"
René Descartes
(1596 - 1650)
A frase é uma conclusão do filósofo e matemático francês Descartes, alcançada após duvidar da sua própria existência, mas comprovada ao ver que pode pensar e, desta forma, conquanto sujeito, ou seja, conquanto ser pensante, existe indubitavelmente.

sábado, 19 de novembro de 2011

A Flor de Lótus



Em 1.920, um botânico japonês, por nome Ichiro Ohga, descobriu no leito seco de um lago da Manchúria um punhado de sementes de lótus. Segundo opinião dos peritos de três continentes, a idade dessas sementes remonta a uns 50.000 (cinquenta mil) anos da nossa Era.

Duas dessas sementes foram, em 1.950, remetidas aos Estados Unidos, onde vieram parar nos Jardins Aquáticos de Kenilworth, Distrito Federal de Washington, sendo devidamente tratadas pelo insigne patologista botânico, Dr. Horace V. Wester, sendo que essas sementes possuem um invólucro externo duríssimo, semelhante ao nosso coco, que as protege contra qualquer influência exterior.

O Dr. Wester limou cuidadosamente uma das faces das sementes de lótus, a fim de lhes facilitar a penetração da umidade. Assim preparadas para a germinação, caso fossem vivas, colocou-as dentro de dois potes com terra e submergiu-as nas águas de um viveiro interno dos Jardins Aquáticos, porque era inverno, fevereiro de 1.951.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Humildade



Os humildes aprenderam, com a introspecção, a fazer de si mesmos um "canal ou espaço transcendente" por onde flui, silenciosamente, a inteligência universal.

Buda não foi apenas uma figura histórica que viveu há 2.500 anos, mas uma criatura extraordinária que, a partir das próprias experiências, encontrou a iluminação e o despertar dos potenciais internos. Ele criou uma forma de pensar que oferece respostas práticas para as diversas situações vivenciais e, ao mesmo tempo, uma maneira de transcendê-las.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Orientalismo IV - Budismo - parte II



O QUE É O BUDISMO?

ENTREVISTA:

Alaya, para responder as perguntas deste tema. Ela estuda o budismo há mais de 8 anos e também pratica meditação; por seu pai ser coordenador do centro budista LamRim, em Brasília e autor de livros sobre budismo, teve a oportunidade do contato com lamas desde criança.

1ª verdade: 

Estar vivo é estar sujeito ao sofrimento. Implica em sofrer.

A insatisfação e a frustração nos acompanham toda vida. À saúde segue-se a doença, à juventude segue-se a velhice, à vida segue-se a morte. Estar unido ao que se detesta é sofrimento. Separar-se do que se ama é sofrimento. Não se obter o que se deseja é sofrimento
Então o Buda vai diferenciar 3 tipos de sofrimento:

1 - o sofrimento físico, sofrimento do parto, de cair, de ficar doente, morrer

2 - sofrimento psicológico, que é causado pela impermanência associada a um apego. Isso vai desde nossas emoções mais sutis ao fato de quando vivenciamos algo bom e ficamos tentando repetir esse momento, mas não nos damos conta que cada momento é único, e assim nos frustramos. Quando nos apegamos a alguém e desejamos que esse alguém esteja sempre conosco, mas ao nos darmos conta que as coisas são impermanentes, sofremos.

3 - o terceiro tipo de sofrimento é o mais difícil de explicar. Digamos que é um 'sofrimento da alma'. É um sofrimento decorrente de nossa condição de ignorância da realidade, da verdade última e de nossa própria natureza. Vemos nosso 'eu' como algo independente, auto-existente, inerente, separado... e dividimos as outras pessoas e as coisas do mundo e essa falta de percepção da unicidade entre todos os seres e todas as coisas, da interdependência, de nos acharmos separados, gera um sofrimento residual no 'SER' da pessoa.
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