A palavra anjo desperta geralmente a ideia da perfeição moral.
É, frequentemente, aplicada a todos os seres, bons e maus, que não pertencem à Humanidade. Diz-se o bom e o mau anjo, o anjo da luz e o anjo das trevas.
Na Bíblia encontra-se muito este termo. Às vezes, com o sentido de criaturas humanas exercendo a função de mensageiros, embaixadores, profetas.
O uso mais frequente se aplica a criaturas já existentes antes da criação do mundo, mas igualmente criadas por Deus.
Distinguem-se do homem pela superioridade da inteligência, sabedoria e poder.
Alguns críticos julgam ser influência dos povos vizinhos a Israel, sobretudo a Pérsia, a ideia de anjos substituindo os deuses.