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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Momentos de crise
sábado, 12 de maio de 2012
Amor fraterno
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
A Grandeza do Silêncio
O silêncio é doçura:
Quando não respondes às ofensas,
Quando não reclamas os teus direitos,
Quando deixas à Deus a defesa da tua honra.
O silêncio é misericórdia:
Quando te calas diante das faltas de teus irmãos,
Quando perdoas sem remoer o passado,
Quando não condenas, mas intercedes em segredo.
O silêncio é paciência:
Quando sofres sem te lamentares,
Quando não procuras consolação junto aos homens,
Quando não intervéns, esperando que a semente germine lentamente.
O silêncio é humildade:
Quando te apagas para deixar aparecer teu irmão,
Quando, na discrição, revelas dons de Deus,
Quando suportas que tuas ações sejam mal interpretadas,
Quando deixas os outros a glória da obra inacabada.
O silêncio é fé:
Quando te apagas, sabendo que é Ele quem age...
Quando renuncias às vozes do mundo para permanecer na Sua presença...
Quando te basta que só Ele te compreenda.
(Desconheço a Autoria)
Colaboração : Maria José (Zezé)
Apelo da Criança
Marlene Fagundes Carvalho Gonçalves
de Ribeirão Preto, SP
…como se a educação de que necessito fosse mera domesticação…
Em tempos de violência e fúria envolvendo crianças e adolescentes, de notícias sobre rebeliões e fugas da FEBEM, passamos a refletir sobre a infância e o que se tem feito com ela… Meimei, no apêndice do livro A Educação segundo o Espiritismo, de Dora Incontri, editada pela FEESP, faz um apelo aos adultos, àqueles responsáveis pelas crianças e seu desenvolvimento, sua evolução. Tal texto ressalta a importância do período da infância para o desenvolvimento humano, e o papel dos adultos - tanto encarnados quanto desencarnados - no sentido de guiá-las, propiciando um melhor aproveitamento da sua reencarnação, e o quanto tem sido difícil, aos adultos, assumir esse papel. O texto é o seguinte:
"Chego ao mundo todos os dias, em busca de refazimento e evolução. Carrego na alma chagas do passado, amortizadas pela esperança do recomeço, esquecidas no envoltório de um novo corpo. Entretanto, quando mais conto com a tua ajuda, para me erguer à altura da tarefa que trago, da prova que planejei ou da missão a mim outorgada, eis que te vejo de mãos vazias para me amparar!
sábado, 10 de setembro de 2011
Cercas ou pontes?
Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.
Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta.
- Estou procurando trabalho, disse ele. Talvez você tenha algum serviço para mim.
- Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.
- Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos.
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