O cavalheiro com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca. Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entulhos. Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina. Rodas d´água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite. As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária. |
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
O zelador da fonte
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Mitologias Indígenas Norte-Americanas
Os índios Navajo da América do Norte acreditavam que Tsohanoai era o deus Sol. Ele assume forma humana e carrega o Sol às costas, todos os dias, através do céu. À noite, o Sol descansa, pendurado numa pega na parede ocidental da casa de Tsohanoai.
Os dois filhos de Tsohanoai, Nayenezgani (Matador de Inimigos) e Tobadzistsini (Criança de Água) viviam separados do pai, em casa da sua mãe, no extremo ocidente.
Quando se tornaram adultos, os dois decidiram procurar o seu pai e pedir-lhe ajuda para combater os espíritos maléficos que aterrorizavam e atormentavam a Humanidade.
Após muitas aventuras, eles conheceram a Mulher-Aranha, que lhes disse onde eles poderiam encontrar o deus Sol e deu-lhes duas penas mágicas para eles se manterem seguros. Finalmente, chegaram à casa de Tsohanoai, onde ele lhes forneceu setas mágicas para conseguirem derrotar os Anaye, monstros maléficos que devoravam homens.
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